Parece mentira que no meio desta secura, deste deserto , tenha se criado uma cidade tão verde e tão limpa como Mendoza. Um dia, ainda no século XX , decidiu-se que o degelo dos antes , ali tão perto deveria ser canalizado para a cidade e para a produção de uva. E assim foi feito, o rio Mendonza que antes corria límpido , secou e água serviu para criar uma das melhores zoinas vitivinícolas do mundo.
Perto da cidade na região de Lujan de Cuyo, multiplicaram-se as bodegas que situam-se em altitudes entre 750 a 800 m. as safras não variam, todos anos são secos , a medida se dá pelo granizo , que pode cair ou não em pleno verão.
Na pressa de chegar no agendamento de minha visita na bodega Séptima, ultrapassei em fila dupla , e tive minha primeira experiência com a bondade da Gendarmeria Argentina, me facilitaram a vida , mas me levaram uma janta pelo menos. É a vida ...
Após a Séptima , umas da Bodegas mais modernas do da região , fui almoças r em um restaurante na Bodega Ruca Malen, uma excelente surpresa, cada vinho da vinícola com uma determinada etapa do almoço, tudo isto no meui dos vinhedos, com a cordilheira ao fundo, é claro.
Catena Zapata, não requer comentários, espetacular. Os Brasileiros que lá encontrei , “detonaram” com o estoque dos vinhos na lojinha. A Bodega impressiona pela modernidade e pela qualidade. Muito espaço, muito grande, muito moderno e muito tradicional.
VINHEDOS EM MENDOZA
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